• pré-Univesp – No. 24 2012 – Escravidão – Setembro de 2012
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Escravidão

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13/09/2012


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Visões do Brasil, Século XIX - Artes Visuais: Natureza e Escravidão na Obra de Taunay
Em sua aula no ciclo de Artes Visuais promovido pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP, a historiadora Lilia Schwarcz traça um retrato singular do pintor francês Nicolas-Antoine Taunay. Nos cinco anos que passou no Brasil a partir de 1816 ele produziu cerca de 30 telas e, em quase todas elas, representou a natureza e a escravidão. Taunay representava os escravos brasileiros como pequenas figuras, sempre no primeiro plano das telas, e sempre ocupados com alguma tarefa. Na segunda parte de sua aula, a historiadora Lilia Schwarcz mostra que o gosto pelos detalhes aparece também nas obras que ele produziu na França, quando pintava para a corte de Napoleão.

História do Brasil - Abolição
Sidney Chalhoub historiador e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Nesta entrevista, ele fala sobre a escravidão no Brasil, na segunda metade do século XIX. Sidney explica, com ricos exemplos, como era a vida dos escravos africanos no Brasil. Fala que algumas décadas antes da abolição da escravatura, em 1888, quase metade da população africana no país já estava livre ou liberta. Libertos eram ex-escravos que tinham conseguido sua carta de alforria. Livres eram os filhos de escravas (ventre) libertas. Sidney fala também sobre a situação em que estava essa massa de cidadãos após a liberdade, com poucos, ou nenhum, direito político, pouca renda etc. O pesquisador também aborda a questão da educação dos escravos e libertos e mostra que não havia interesse do Brasil em alfabetizar essas pessoas.

Justice - Discutindo ações afirmativas
Aula do curso de Harvard: Justice - Qual a coisa certa a fazer? O professor Michael Sandel conta um caso judicial de 1996 em que uma mulher branca, Cheryl Hopwood, que não conseguiu vaga numa escola de Direito do Texas mesmo com notas mais altas do que as de alguns concorrentes que foram admitidos em virtude de cotas. Ela entrou na justiça com o argumento de que o programa de ações afirmativas da escola violava os seus direitos. Os estudantes discutem os prós e os contras da ação afirmativa. Será que devemos tentar corrigir as desigualdades das oportunidades escolares levando em conta a raça? Devemos procurar a compensação para injustiças históricas como escravidão e segregação? É válida a defesa da promoção da diversidade? Pode isto valer mais que o argumento de que os esforços e conquistas da estudante devem ter peso maior do que fatores que estão fora do controle dela e que são, portanto, arbitrários? Quando a missão declarada de uma universidade é aumentar a diversidade, negar a admissão de uma pessoa branca é uma violação de direitos?

África em Nós - VC 1_vídeo 6
O diplomata, escritor e poeta Alberto da Costa e Silva fala sobre a escravidão étnica e racial.


Roda Viva

Emília Viotti da Costa (2001)
Especialista em escravidão, a historiadora fala sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal ao longo de todo o século XX e sobre a mentalidade conservadora dos brasileiros

Benedita da Silva (2002)
De líder comunitária no morro à militância do PT, a primeira governadora negra do Brasil fala das políticas de ação afirmativa no Brasil e do combate ao crime organizado no Rio de Janeiro


UFF - Universidade Federal Fluminense

Memórias do cativeiro
Filme desenvolvido a partir dos depoimentos de descendentes de escravos do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense com roteiro baseado no livro Memórias do Cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição da Ana Lugão Rio e Hebe Mattos. Coordenação Geral e roteiro: Hebe Mattos. Direção acadêmica: Hebe Mattos e Martha Abreu. Direção e Montagem: Guilherme Fernández e Isabel Castro. Pesquisa: Carlos Eduardo Costa, Fernanda Thomaz e Thiago Campos Pessoa. Duração: 42 min.

 

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